A Viajante e a Lua
Vai, querida Viajante,
Segue teu caminho,
Não encontrarás meu rosto triste
Pelas veredas
Ou pelos velhos novos caminhos
Da tua Filosofia
Ou pelos desertos incertos da vida,
Encontrar-me-ás nos versos sozinhos
da minha poesia.
Segue teu caminho,
Não encontrarás meu rosto triste
Pelas veredas
Ou pelos velhos novos caminhos
Da tua Filosofia
Ou pelos desertos incertos da vida,
Encontrar-me-ás nos versos sozinhos
da minha poesia.
Ouvirás na voz do vento
Por todo constante momento
A tristeza do adeus
E a batida do meu coração ouvirás
acompanhando os passos teus.
Por todo constante momento
A tristeza do adeus
E a batida do meu coração ouvirás
acompanhando os passos teus.
Vai, querida Viajante,
segue teu caminho,
Encontrarás na mágoa das infindas horas
A minha grande mágoa
Desesperada
Por tardes curtas
De terças e sextas de outros outroras.
segue teu caminho,
Encontrarás na mágoa das infindas horas
A minha grande mágoa
Desesperada
Por tardes curtas
De terças e sextas de outros outroras.
Vai, querida Viajante
Segue teu caminho
Eu te observo de longe
Como a terra observada pela lua,
Versifico minha saudade
Na vontade de todo instante
Reconstruirei, eternamente, nossos mágicos encontros
Várias, eternas vezes, incessantes
Como a Lua eternamente te encontrará,
Minha querida Viajante
Segue teu caminho
Eu te observo de longe
Como a terra observada pela lua,
Versifico minha saudade
Na vontade de todo instante
Reconstruirei, eternamente, nossos mágicos encontros
Várias, eternas vezes, incessantes
Como a Lua eternamente te encontrará,
Minha querida Viajante
(Luiz Cláudio da Glória)
Os amores se sublimam, as horas passam, os homens caem, a
poesia fica. (Emílio Moura)
Nenhum comentário:
Postar um comentário